Manhêê!
Para aqueles, que tem ou tiveram a oportunidade de conviver o dia a dia com sua mãe, talvez seja a palavra mais empregada como pedido de socorro.
Pois não é para menos, todos sem exceção procuram abrigo e conforto, naquela figura gentil que nos trouxe ao mundo.
É ela que sempre nos protege e tenta mostrar o melhor caminho a ser percorrido.
Não obstante, se doa desinteressadamente, muitas vezes se colocando em segundo plano, pois o importante são suas crianças.
À todas mamães, um grante e fraterno abraço e de lambuja vai ai, uma estória retirada da resvista Rainha dos Apóstolos.
Uma jovem mãe, dois anos após ter perdido seu esposo, questionava-se quanto a criação de seu casal de filhos. Será que estaria conseguindo passar os valores necessários para eles serem bons cidadãos, tementes a Deus e respeitando o segundo maior mandamento: Amar o próximo bem como a sí memo. E esses possuiam valores suficientes para enfrentar a vida.
Foi em um momentos desses, durante a cerimonia religiosa que obteve sua resposta.
O celebrante do culto, solicitou as crianças presentes, que em homenagem a suas mães, fossem ao altar e colhessem uma linda flor e dessem-na de presente a estas.
De mãos dadas os filhos percorreram o corredor com as outras crianças. Juntos, refletiram sobre qual planta trazer para ela. Tendo passado momentos difíceis, e esse pequeno gesto de valorização era tudo que ela precisava. A senhora olhava aquelas lindas begonhas, as margaridas, os amores-perfeitos, as violetas, ... e pousse a planejar onde plantaria a linda flor que demonstraria o valor de seu amor.
Os filhos levaram a tarefa a sério, e olharam cada vaso. Muito depois das outras crianças já terem retormado a seus lugares e presentando suas mães com uma linda flor, seus dois filhos ainda escolhiam. Finalmente com um grito de alegria acharam algo bem no fundo. Com sorrisos exuberantes a iluminar seus rostos, avançaram satisfeitos pelo corredor até onde estava a mãe, e a presentearam como sinal de apreço pela passagem do seu dia.
Essa ficou olhando estarrecida para aquela pequena planta, quebrada, murcha e doente que seu casal de filhos estendiam em sua direção. Aflita, ela aceitou o vaso de suas mãos. Era óbvio que os dois tinham escolhido a menor planta, a mais doente de todas... nem flor tinha!
Olhando para os rostinhos sorridentes, percebeu o orgulho que sentiam daquela escolha e, sabendo o quanto haviam demorado para selecionar aquela planta, sorriu e aceitou a lembrança.
Mais tarde no entanto, teve que perguntar:
-De todas aquelas flores maravilhosas, o que fez escolherem justamente aquela para lhe dar?
Todos orgulhosos os filhos declararam:
-è aquela que precisa mais cuidado de você mamãe.
Enquanto as lágrimas corriam pelo rosto, abraçou seus dois filhos bem apertado. A mãe nunca teria imaginado, receber tão bela homenagem, e que seus trabalhos e sacrifícios não foram em vão.
Tchau, mil beijos à vocês Mamães!
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