Grito de Esperança
sábado, 14 de agosto de 2010
Democracia como forma de governo II
Dando continuidade de pensamento quanto ao tema da Democracia, fica latente que existem várias formas de governo que adotam o nome de "Democrático", porém os valores e maneiras são bem diferenciados. Vejamos a formação etimológica: DEMOCRACIA do grego "demos" igual ao povo mais "kratos" igual a poder. Etimologicamente o termo designa assim um governo do povo. Entretanto na Grécia antiga onde o termo se origina, conota mais uma revindicação política, do que própriamente uma forma determinada de organização do Estado. A revindicação se orientava contra o fato da concentração do poder nas mãos de algumas famílias aristocrátas. Até certo ponto a cidade grega pôde mesmo, ter aplicado uma democracia direta, com a participação do povo nas decisões políticas. Porém deve-se levar em conta que do povo grego eram excluídos dentre outros, escravos e mesmo estrangeiros residentes. Mais tarde a idéia democracia passou a ser usada em Roma, onde conseguiu se firmar após a queda da monarquia etrusca; reaparecendo nas cidades medievais onde os interesses mercantis conseguiram afrontar as pretenções dos senhores feudais.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Democracia como forma de governo
Sempre fui um entusiasta apaixonado pela democracia. Pois entre as formas de governos que tive oportunidade de ler, o sistema democrático representou-me ser o mais justo quanto a forma de participação efetiva do povo. O que a caracteriza, dada a impossibilidade concreta das democracias diretas num pais de alto potencial demográfico, é o direito do povo de designar seus governantes no poder, e de controlar o modo pelo qual exercem o poder que lhes é dado. Assim, numa definição mais compreensiva, democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Quem não se comunica, se trumbica
Eis um adágio popular de autoria do saudoso Aberlado Barbosa (Chacrinha) como era conhecido, nos meios de comunicação, principalmente na televisiva dos anos 70 do século passado. Onde o velho Guerreiro como também era chamado, fazia seus programas de auditórios de uma maneira muito peculiar, talvez influenciado pelos padrões norte americanos.
Como esse blog, possui a modesta intenção de divulgar os mais diversificados tipos de meios de comunicação, hoje pauto por uma forma de transcrever algo que li em uma revista da qual sou mero assinante.
Para ficar melhor explicado, não sou a favor de plagiar copiando textos de outros autores mas como este chamou-me atenção vou publica-lo pedindo desde já permissão a revista Rainha dos Apostólos, em especial ao autor ou autores do encarte "O Evangelho em sua vida", cujo texto possui o título: Maneira de dizer as coisas. Bem, vamos a ele.
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um advinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente, gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhantes coisas? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. Quando este saia da sala do palácio, um cortesão lhe disse admirado:
-Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma de seu colega havia feito. Não entendo por que ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te, meu amigo, respondeu o adivinho, que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidades é aprender comunicar-se. Da comunicação depende muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. A forma com que ela é dita é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta, mas se a envolvemos em uma embalagem e a oferecermos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
Pois bem, só resta pensar sobre o texto, e aprender com o mesmo.
sábado, 15 de maio de 2010
Dia da Solidariedade
Dia quinze de maio é consagrado aos projetos de iniciativas solidaria. Como venho de uma formação cultural humanista, onde procura-se agregar valores compromissados com o bem dos menos afortunados, e tentando fazer com que essas e outras pessoas despertem este vinculo de reprocividade, onde haja compromisso de uma pelas outras e cada uma delas por todas.
Confesso que sinto frustação em ver como anda funcionando, tais valores na sociedade. Mas isto não me abate, muito pelo contrário, estimula a ter mais perseverança e seguir em frente.
Fico muito feliz quando posso ser útil, ajudando alguém ou uma causa. Minha satisfação se faz plena, quando a mesma ajuda, foi aproveitada e valorizada, fazendo com que as pessoas se sintam melhores e felizes. Ainda bem mais afortunado fico, quando essas mesmas, repetem tal gesto aos seus próximos.
Se possível vamos aderir tal proposta, todos os dias. Não custa muito tentar construir um mundo melhor.
Confesso que sinto frustação em ver como anda funcionando, tais valores na sociedade. Mas isto não me abate, muito pelo contrário, estimula a ter mais perseverança e seguir em frente.
Fico muito feliz quando posso ser útil, ajudando alguém ou uma causa. Minha satisfação se faz plena, quando a mesma ajuda, foi aproveitada e valorizada, fazendo com que as pessoas se sintam melhores e felizes. Ainda bem mais afortunado fico, quando essas mesmas, repetem tal gesto aos seus próximos.
Se possível vamos aderir tal proposta, todos os dias. Não custa muito tentar construir um mundo melhor.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Futebol
Apesar do dia estar muito cinzento acompanhado de pancadas d'águas, tive a nítida impressão que a maioria dos brasileiros estavam ligados de alguma maneira a divulgação dos nomes convocados, para irem a Copa Mundial de Futebol da FIFA.
No país de chuteiras foi criada uma falsa ilusão, que sendo campeão nesta modalidade esportiva, seremos reconhecidos como cidadãos de primeira.
O próprio Dunga durante a entrevista coletiva, citou que é uma questão de patriotismo torcer pelo time brasileiro, independente de gostar ou não de alguns jogadores ou da equipe técnica.
Confesso a vocês que torço muito mais, por uma melhor distribuiução de renda, pelo fim das impunidades, pelo livre acesso a educação, a cultura e ao direito a um programa de saúde plena universal que dê o devido conforto e dignidade a quem precisa, assim bem como a um trabalho pleno de realizações pessoais.
Esta na hora de mudar, é só ter consciência e acreditar nos sonhos. Vamos nesta.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ponto de visão
Ontem, já passadas as primeiras hora da tarde, lá pelas dezesseis hora e alguns minutos, ocorreu uma fatalidade na esquina da rua onde resido. Infelizmente o trânsito ceifou mais uma vida. Dessa vez levou a óbito um pai de família de cinquenta e quatro anos de idade. A vitima conduzia uma motocicleta, quando foi colidida por um automóvel, que pelo depoimento dos transeuntes e moradores, tentava ultrapassar outro carro. Um dos motoristas era menor de idade, e portanto não possui habilitação para dirigir.
O episódio em questão, proporcionou um grande aglomerado de pessoas domiciliadas na vila, todos curiosos para saberem do que se tratava, se conheciam o morto, ou os envolvidos que ocasionaram o acidente. Questionavam da imprudência do menor ter pego o carro sem a devida autorização, e se o mesmo fazia o famoso racha pelas ruas. A indignação era geral.
Confesso sempre que olho ou assisto um desastre, fico muito triste. Só que esse tipo de episódio da vida real já se banalizou, e por triste ironia as autoridades de um modo em geral prevaricam em não adotar medidas mais enérgicas, tanto de fiscalização bem como de punição.
Representa-me que o valor da vida, possua valor algum, fico a pensar na responsabilidade dos pais, que se descuidam de seus filhos deixando que isso ocorra, assim bem como na falta de consciência naquele ato falho dos motoristas envolvidos, ... É triste, porém não deixa de ser real, o dia que começou homenageando as mães, certamente terminou frustrado para os envolvidos.
sábado, 8 de maio de 2010
Segundo Domingo de Maio
Manhêê!
Para aqueles, que tem ou tiveram a oportunidade de conviver o dia a dia com sua mãe, talvez seja a palavra mais empregada como pedido de socorro.
Pois não é para menos, todos sem exceção procuram abrigo e conforto, naquela figura gentil que nos trouxe ao mundo.
É ela que sempre nos protege e tenta mostrar o melhor caminho a ser percorrido.
Não obstante, se doa desinteressadamente, muitas vezes se colocando em segundo plano, pois o importante são suas crianças.
À todas mamães, um grante e fraterno abraço e de lambuja vai ai, uma estória retirada da resvista Rainha dos Apóstolos.
Uma jovem mãe, dois anos após ter perdido seu esposo, questionava-se quanto a criação de seu casal de filhos. Será que estaria conseguindo passar os valores necessários para eles serem bons cidadãos, tementes a Deus e respeitando o segundo maior mandamento: Amar o próximo bem como a sí memo. E esses possuiam valores suficientes para enfrentar a vida.
Foi em um momentos desses, durante a cerimonia religiosa que obteve sua resposta.
O celebrante do culto, solicitou as crianças presentes, que em homenagem a suas mães, fossem ao altar e colhessem uma linda flor e dessem-na de presente a estas.
De mãos dadas os filhos percorreram o corredor com as outras crianças. Juntos, refletiram sobre qual planta trazer para ela. Tendo passado momentos difíceis, e esse pequeno gesto de valorização era tudo que ela precisava. A senhora olhava aquelas lindas begonhas, as margaridas, os amores-perfeitos, as violetas, ... e pousse a planejar onde plantaria a linda flor que demonstraria o valor de seu amor.
Os filhos levaram a tarefa a sério, e olharam cada vaso. Muito depois das outras crianças já terem retormado a seus lugares e presentando suas mães com uma linda flor, seus dois filhos ainda escolhiam. Finalmente com um grito de alegria acharam algo bem no fundo. Com sorrisos exuberantes a iluminar seus rostos, avançaram satisfeitos pelo corredor até onde estava a mãe, e a presentearam como sinal de apreço pela passagem do seu dia.
Essa ficou olhando estarrecida para aquela pequena planta, quebrada, murcha e doente que seu casal de filhos estendiam em sua direção. Aflita, ela aceitou o vaso de suas mãos. Era óbvio que os dois tinham escolhido a menor planta, a mais doente de todas... nem flor tinha!
Olhando para os rostinhos sorridentes, percebeu o orgulho que sentiam daquela escolha e, sabendo o quanto haviam demorado para selecionar aquela planta, sorriu e aceitou a lembrança.
Mais tarde no entanto, teve que perguntar:
-De todas aquelas flores maravilhosas, o que fez escolherem justamente aquela para lhe dar?
Todos orgulhosos os filhos declararam:
-è aquela que precisa mais cuidado de você mamãe.
Enquanto as lágrimas corriam pelo rosto, abraçou seus dois filhos bem apertado. A mãe nunca teria imaginado, receber tão bela homenagem, e que seus trabalhos e sacrifícios não foram em vão.
Tchau, mil beijos à vocês Mamães!
Para aqueles, que tem ou tiveram a oportunidade de conviver o dia a dia com sua mãe, talvez seja a palavra mais empregada como pedido de socorro.
Pois não é para menos, todos sem exceção procuram abrigo e conforto, naquela figura gentil que nos trouxe ao mundo.
É ela que sempre nos protege e tenta mostrar o melhor caminho a ser percorrido.
Não obstante, se doa desinteressadamente, muitas vezes se colocando em segundo plano, pois o importante são suas crianças.
À todas mamães, um grante e fraterno abraço e de lambuja vai ai, uma estória retirada da resvista Rainha dos Apóstolos.
Uma jovem mãe, dois anos após ter perdido seu esposo, questionava-se quanto a criação de seu casal de filhos. Será que estaria conseguindo passar os valores necessários para eles serem bons cidadãos, tementes a Deus e respeitando o segundo maior mandamento: Amar o próximo bem como a sí memo. E esses possuiam valores suficientes para enfrentar a vida.
Foi em um momentos desses, durante a cerimonia religiosa que obteve sua resposta.
O celebrante do culto, solicitou as crianças presentes, que em homenagem a suas mães, fossem ao altar e colhessem uma linda flor e dessem-na de presente a estas.
De mãos dadas os filhos percorreram o corredor com as outras crianças. Juntos, refletiram sobre qual planta trazer para ela. Tendo passado momentos difíceis, e esse pequeno gesto de valorização era tudo que ela precisava. A senhora olhava aquelas lindas begonhas, as margaridas, os amores-perfeitos, as violetas, ... e pousse a planejar onde plantaria a linda flor que demonstraria o valor de seu amor.
Os filhos levaram a tarefa a sério, e olharam cada vaso. Muito depois das outras crianças já terem retormado a seus lugares e presentando suas mães com uma linda flor, seus dois filhos ainda escolhiam. Finalmente com um grito de alegria acharam algo bem no fundo. Com sorrisos exuberantes a iluminar seus rostos, avançaram satisfeitos pelo corredor até onde estava a mãe, e a presentearam como sinal de apreço pela passagem do seu dia.
Essa ficou olhando estarrecida para aquela pequena planta, quebrada, murcha e doente que seu casal de filhos estendiam em sua direção. Aflita, ela aceitou o vaso de suas mãos. Era óbvio que os dois tinham escolhido a menor planta, a mais doente de todas... nem flor tinha!
Olhando para os rostinhos sorridentes, percebeu o orgulho que sentiam daquela escolha e, sabendo o quanto haviam demorado para selecionar aquela planta, sorriu e aceitou a lembrança.
Mais tarde no entanto, teve que perguntar:
-De todas aquelas flores maravilhosas, o que fez escolherem justamente aquela para lhe dar?
Todos orgulhosos os filhos declararam:
-è aquela que precisa mais cuidado de você mamãe.
Enquanto as lágrimas corriam pelo rosto, abraçou seus dois filhos bem apertado. A mãe nunca teria imaginado, receber tão bela homenagem, e que seus trabalhos e sacrifícios não foram em vão.
Tchau, mil beijos à vocês Mamães!
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