Ontem, já passadas as primeiras hora da tarde, lá pelas dezesseis hora e alguns minutos, ocorreu uma fatalidade na esquina da rua onde resido. Infelizmente o trânsito ceifou mais uma vida. Dessa vez levou a óbito um pai de família de cinquenta e quatro anos de idade. A vitima conduzia uma motocicleta, quando foi colidida por um automóvel, que pelo depoimento dos transeuntes e moradores, tentava ultrapassar outro carro. Um dos motoristas era menor de idade, e portanto não possui habilitação para dirigir.
O episódio em questão, proporcionou um grande aglomerado de pessoas domiciliadas na vila, todos curiosos para saberem do que se tratava, se conheciam o morto, ou os envolvidos que ocasionaram o acidente. Questionavam da imprudência do menor ter pego o carro sem a devida autorização, e se o mesmo fazia o famoso racha pelas ruas. A indignação era geral.
Confesso sempre que olho ou assisto um desastre, fico muito triste. Só que esse tipo de episódio da vida real já se banalizou, e por triste ironia as autoridades de um modo em geral prevaricam em não adotar medidas mais enérgicas, tanto de fiscalização bem como de punição.
Representa-me que o valor da vida, possua valor algum, fico a pensar na responsabilidade dos pais, que se descuidam de seus filhos deixando que isso ocorra, assim bem como na falta de consciência naquele ato falho dos motoristas envolvidos, ... É triste, porém não deixa de ser real, o dia que começou homenageando as mães, certamente terminou frustrado para os envolvidos.
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