Eis um adágio popular de autoria do saudoso Aberlado Barbosa (Chacrinha) como era conhecido, nos meios de comunicação, principalmente na televisiva dos anos 70 do século passado. Onde o velho Guerreiro como também era chamado, fazia seus programas de auditórios de uma maneira muito peculiar, talvez influenciado pelos padrões norte americanos.
Como esse blog, possui a modesta intenção de divulgar os mais diversificados tipos de meios de comunicação, hoje pauto por uma forma de transcrever algo que li em uma revista da qual sou mero assinante.
Para ficar melhor explicado, não sou a favor de plagiar copiando textos de outros autores mas como este chamou-me atenção vou publica-lo pedindo desde já permissão a revista Rainha dos Apostólos, em especial ao autor ou autores do encarte "O Evangelho em sua vida", cujo texto possui o título: Maneira de dizer as coisas. Bem, vamos a ele.
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um advinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente, gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhantes coisas? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. Quando este saia da sala do palácio, um cortesão lhe disse admirado:
-Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma de seu colega havia feito. Não entendo por que ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te, meu amigo, respondeu o adivinho, que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidades é aprender comunicar-se. Da comunicação depende muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. A forma com que ela é dita é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta, mas se a envolvemos em uma embalagem e a oferecermos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
Pois bem, só resta pensar sobre o texto, e aprender com o mesmo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário